E ela tem o poder nas mãos,
transforma meus piores dias, em perfeição.
E não tem como, aquele sorriso contagia,
Se eu a ver, já ganhei meu dia!
E é tanto tempo, que nada é capaz de expressar..
Olhando em seus olhos, o tempo é capaz de parar!
Cada momento, cada risada, cada abraço, cada medo, cada sofrimento dividido...
Nenhum minuto ao lado dela é tempo perdido.
Não tento esconder meu amor por você,
Nem preciso mostrar nossa amizade pro mundo.
Bastar você saber,que por você, alguem aqui faz tudo!
Não tento mais achar alguma logica,ou razão...
Tenho certeza q foge de qualquer explicação.
Mas tem quem queira criticar,não compreende e fala mal.
Mas é só pq não sente nada igual!
/bembregamasébunitinho><
<3Carol
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Prometo...
Prometo não mais ...
me deixar levar por palavras,
não mais amarrar meus sentimentos
não mais censurar minhas vontades,
não mais limitar meus pensamentos,
não mais esconder minhas verdades,
não mais querer ser dona de todo mundo,
não mais me esconder atrás de falsos sorrisos,
não mais fazer da dor meu escudo,
não mais fazer do seu olhar meu abrigo,
não mais querer mudar o imutável,
não mais fingir estar tudo bem,
não mais tentar explicar o inexplicável,
não mais fazer meu coração de refém,
não mais desistir sem lutar,
E principalmente, prometo, entender que agora sim, eu tô no meu lugar.
me deixar levar por palavras,
não mais amarrar meus sentimentos
não mais censurar minhas vontades,
não mais limitar meus pensamentos,
não mais esconder minhas verdades,
não mais querer ser dona de todo mundo,
não mais me esconder atrás de falsos sorrisos,
não mais fazer da dor meu escudo,
não mais fazer do seu olhar meu abrigo,
não mais querer mudar o imutável,
não mais fingir estar tudo bem,
não mais tentar explicar o inexplicável,
não mais fazer meu coração de refém,
não mais desistir sem lutar,
E principalmente, prometo, entender que agora sim, eu tô no meu lugar.
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Os Insetos Interiores
Teatro Mágico -
(É grande mas vale a pena ler!)
Existem milhões de insetos almáticos.
Alguns rastejam, outros poucos correm.
A maioria prefere não se mexer.
Grandes e pequenos.
Redondos e triangulares,
de qualquer forma são todos quadrados.
Ovários, oriundos de variadas raízes radicais.
Ramificações da célula rainha.
Desprovidos de asas,
não voam nem nadam.
Possuem vida, mas não sabem.
Duvidam do corpo,
queimam seus filmes e suas floras.
Para eles, tudo é capaz de ser impossível.
Alimentam-se de nós, nossa paz e ciência.
Regurgitam assuntos e sintomas.
Avoam e bebericam sobre as fezes.
Descansam sobre a carniça,
repousam-se no lodo,
lactobacilos vomitados sonhando espermatozóides que não são.
Assim são os insetos interiores.
A futilidade encarrega-se de maestra-los.
São inóspitos, nocivos, poluentes.
Abusam da própria miséria intelectual,
das mazelas vizinhas, do câncer e da raiva alheia.
O veneno se refugia no espelho do armário.
Antes do sono, o beijo de boa noite.
Antes da insônia, a benção.
Arriscam a partilha do tecido que nunca se dissipa.
A família.
São soníferos, chagas sem curas.
Não reproduzem, são inférteis, infiéis, in(f)vertebrados.
Arrancam as cabeças de suas fêmeas,
Cortam os troncos,
Urinam nos rios e nas somas dos desagravos, greves e desapegos.
Esquecem-se de si.
Pontuam-se
A cria que se crie, a dona que se dane.
Os insetos interiores proliferam-se assim:
Na morte e na merda.
Seus sintomas?
Um calor gélido e ansiado na boca do estômago.
Uma sensação de: o que é mesmo que se passa?
Um certo estado de humilhação conformada, o que parece bem vindo e quisto.
É mais fácil aturar a tristeza generalizada
Que romper com as correntes de preguiça e mal dizer.
Silenciam-se no holocausto da subserviência.
O organismo não se anima mais.
E assim, animais ou menos assim,
Descompromissados com o próprio rumo.
Desprovidos de caráter e coragem,
Desatentos ao próprio tesouro...caem.
Desacordam todos os dias,
não mensuram suas perdas e imposturas.
Não almejam, não alma, já não mais amor.
Assim são os insetos interiores.
(É grande mas vale a pena ler!)
Existem milhões de insetos almáticos.
Alguns rastejam, outros poucos correm.
A maioria prefere não se mexer.
Grandes e pequenos.
Redondos e triangulares,
de qualquer forma são todos quadrados.
Ovários, oriundos de variadas raízes radicais.
Ramificações da célula rainha.
Desprovidos de asas,
não voam nem nadam.
Possuem vida, mas não sabem.
Duvidam do corpo,
queimam seus filmes e suas floras.
Para eles, tudo é capaz de ser impossível.
Alimentam-se de nós, nossa paz e ciência.
Regurgitam assuntos e sintomas.
Avoam e bebericam sobre as fezes.
Descansam sobre a carniça,
repousam-se no lodo,
lactobacilos vomitados sonhando espermatozóides que não são.
Assim são os insetos interiores.
A futilidade encarrega-se de maestra-los.
São inóspitos, nocivos, poluentes.
Abusam da própria miséria intelectual,
das mazelas vizinhas, do câncer e da raiva alheia.
O veneno se refugia no espelho do armário.
Antes do sono, o beijo de boa noite.
Antes da insônia, a benção.
Arriscam a partilha do tecido que nunca se dissipa.
A família.
São soníferos, chagas sem curas.
Não reproduzem, são inférteis, infiéis, in(f)vertebrados.
Arrancam as cabeças de suas fêmeas,
Cortam os troncos,
Urinam nos rios e nas somas dos desagravos, greves e desapegos.
Esquecem-se de si.
Pontuam-se
A cria que se crie, a dona que se dane.
Os insetos interiores proliferam-se assim:
Na morte e na merda.
Seus sintomas?
Um calor gélido e ansiado na boca do estômago.
Uma sensação de: o que é mesmo que se passa?
Um certo estado de humilhação conformada, o que parece bem vindo e quisto.
É mais fácil aturar a tristeza generalizada
Que romper com as correntes de preguiça e mal dizer.
Silenciam-se no holocausto da subserviência.
O organismo não se anima mais.
E assim, animais ou menos assim,
Descompromissados com o próprio rumo.
Desprovidos de caráter e coragem,
Desatentos ao próprio tesouro...caem.
Desacordam todos os dias,
não mensuram suas perdas e imposturas.
Não almejam, não alma, já não mais amor.
Assim são os insetos interiores.
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